No ténis por­tuguês há dois jogadores de topo com apeli­dos iguais. João Sousa e Pedro Sousa. O primeiro ocu­pa actual­mente o lugar número 44 do rank­ing n.º 50 ATP, e o segun­do luta por chegar ao tipo 100 (está neste momen­to na 104.º posição). O primeiro tem 29 anos e o segun­do 34. Ambos são con­stan­te­mente con­fun­di­dos e a maio­r­ia das pes­soas, mes­mo aque­las que andam nos cir­cuitos do ténis há muito tem­po, pen­sam que eles são famil­iares. Mas não. São só ami­gos.

A história foi con­ta­da pelo próprio Pedro Sousa numa entre­vis­tas que deu ao canal de desporto Eurosport, depois de ter sido ques­tion­a­do pelo jor­nal­ista se algu­ma vez alguém con­fundiu os nomes dos dois tenistas por­tugue­ses, Pedro acabou por con­tar a sua his­to­ria, e até admite que por nor­ma é ele quem perde a iden­ti­dade, como acon­te­ceu num torneio em Nova Iorque.

Con­fundir (o nome) sim, muitas vezes. A mar­car o cam­po, em Nova Iorque, o ano pas­sa­do, foi um boca­do difí­cil porque dizia ‘Pedro Sousa’ e apare­cia a fotografia dele [do João]. Per­gun­tam se somos irmãos, pri­mos, famil­iares. Dizem até que somos bas­tante pare­ci­dos e temos ati­tudes pare­ci­das. Mas não! Ten­ho de diz­er que somos ape­nas ami­gos e jog­amos ténis pelo mes­mo país”, rev­ela. 

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