Gonça­lo Oliveira é o jogador com o maior número de torneios e encon­tros no cir­cuito profis­sion­al em 2017. No iní­cio da car­reira profis­sion­al, Gonça­lo Oliveira começou por via­jar pela Europa com o pai numa car­rin­ha, antes de o pas­sarem a faz­er numa auto­car­a­vana. O portuense não des­gos­ta da vida de “glo­be­trot­ter”.

Em entre­vista ao jor­nal O Jogo ele admite que já foi ali­ci­a­do por redes de cor­rupção de apos­tas desporti­vas. Segue o excer­to da entre­vista onde ele fala sobre isso.

Os futures e os chal­lengers são torneios que atraem redes orga­ni­zadas no ali­ci­a­men­to de atle­tas. Para se perder um encon­tro, há quem ofer­eça muito din­heiro, estando tudo lig­a­do ao mun­do das apos­tas desporti­vas. Já foi alvo desse assé­dio?

-Mui­ta dessa gente já sabe que não alin­ho ness­es esque­mas. Rece­bo men­sagens nesse sen­ti­do, mas logo no mes­mo segun­do reen­cam­in­ho-as para a Integri­ty Unit [enti­dade cri­a­da para com­bat­er a cor­rupção no ténis].

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