rafael-infante-2A minha namorada refila, e com razão, diga-se, que o mundo das apostas retiram muito tempo à relação. E quando as mulheres têm razão, o melhor é fugir… ou então fazer algumas coisas que elas queiram. Decidimos nos juntar a um grupo de amigos que no domingo, dia 27, foram ao Teatro Armando Cortez, em Lisboa, ver o espetáculo Infantaria, do ator brasileiro Rafael Infante. Pois bem… Toda a gente gosta de se rir. Pensei eu, não é nada má ideia. Até porque os últimos dias nas apostas desportivas não têm corrido da melhor forma.

Li o resumo deste espetáculo de humor, e pensei que me ia rer a valer, pois o humorista prometia relatar cenas do quotidiano embaraçosas, mas com o toque de humor a desdramatizar aquilo tudo. Mais. A expetativa estava em alta. Afinal este ator tinha pertencido ao Porta dos Fundos (mesmo sendo um dos elementos com menos destaque, que entretanto já sair – e eu passei a perceber porquê).

A minha experiência neste espectáculo foi igual a um jogo de futebol de brasileirão. 90 minutos (o espetáculo não dura tanto tempo) com a bola (pode-se aqui fazer um paralelismo com piadas) empatada de um lado para o outro, e de vez em quando lá havia um golito (leia-se uma piada bem conseguida) para animar malta. Tal como um típico jogo de brasileirão, não foram muitos. Foram apenas um ou dois golos. E já me posso dar de contente.

Agora abuso, abuso, é preço de que se paga (15 €) para a duração da peça – tudo espremidinho não chegou a uma hora. Pessoal do Porto, atenção. Ele está a ir para o Norte.

Entretanto, já avisei a minha maria: para a próxima escolheu, e será uma comédia em português.


ohomemdecaxemira

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